21 de setembro é conhecido à nível internacional como o Dia do Freelancer. Muitos leitores do nosso blog vivenciam os desafios do trabalho freelancer todos os dias. Mas o dia a dia do freela, em si mesmo, não é algo sofrido ou completamente fora da realidade profissional da maioria das pessoas. Por isso, eu decidi preparar um post falando sobre esse assunto.

Creio que muitos profissionais sentem, a princípio, um grande medo de começar nessa modalidade de trabalho. Outros, que já tem uma carreira promissora, até pensam na migração “funcionário-freela”, mas vêem diante de si alguns obstáculos bem reais. Esses ‘monstros’ cruéis atormentam quem cogita a possibilidade de mudança!

Mesmo com os monstros à solta, alguns ainda sentem um enorme desejo de trabalhar como freelancers. Pessoas assim não querem permanecer ligados à uma empresa específica. Com isso, não quero dizer que ser funcionário é ruim. Isso depende das necessidades e dos objetivos de cada pessoa. No meu caso, trabalhar como freelancer é uma solução prática por causa da minha rotina pessoal. Talvez no seu caso essa não seja a melhor realidade.

Portanto, a véspera do “Dia do Freelancer”, 21 de setembro, é um bom momento para entrar em questões importantes relacionadas à atividade que mais está crescendo em meio à crise. Vou falar sobre o que considero ser os 10 maiores monstros da atividade freelancer.

Conheça 5 ideias criativas de prestação de serviço na internet lendo nosso post relacionado. Para isso, CLIQUE AQUI.

 

Monstros à solta?

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Grandes medos e receios atormentam a mente de quem pensa em mudar sua atividade profissional. O monstro, é claro, tá na cabeça de cada um. Quem não lembra, com infelicidade, dos pesadelos que tinha na infância? Quando acordava todo suado de madrugada, e pensava em dar um pulo no banheiro, o que mais te travava? Os monstros!

Você, com toda aquela imaginação, pensava que eles existiam. A imaginação de uma criança pode fazer grandes feitos! Mas isso acaba passando, e não exerce nenhum efeito negativo no seu desenvolvimento para a idade adulta.

O problema é que, quando precisamos manter a nós mesmo ou à nossa família em sentido financeiro, os monstros podem surgir na nossa mentalidade profissional. Medos e receios nos aterrorizam! Eles é que são os monstros atuais! E como podem ser definidos?

 

Os 10 maiores medos de quem quer ser freelancer

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A resposta dessa pergunta depende muito do perfil de cada profissional. Como amanhã é Dia do Freelancer, muita gente acaba voltando a cogitar a possibilidade dessa mudança. Por outro lado, a maioria se sente bem travada de fazer um ajuste como esse em sua vida pessoal. Porque?

O que tenho visto nas minhas conversas com quem deseja ser freelancer é o seguinte:

Quando não controlados, medos e receios impedem uma avaliação assertiva sobre o assunto.

Em outras palavras, quando permitimos que a nossa imaginação transforme uma possível mudança de atividade em algo aterrorizante (como um monstro), ficamos travados. Nem ao menos tiramos tempo para refletir sobre os prós e os contras.

 

Está em dúvida sobre como calcular o capital social MEI caso decida ser freelancer? CLIQUE AQUI e leia o post especial que preparamos sobre esse assunto.

 

Você poderia aproveitar o Dia do Freelancer para pensar em fazer ajustes no seu modo de trabalhar? A maioria acaba nem sequer colocando suas ideias de mudança no papel. Os monstros a impedem de fazer isso! E quais são os maiores entre eles?

 

#1 Falta de projetos

Muitos temem não ter a quantidade adequada de projetos para satisfazer sua demanda financeira.

 

#2 Escassez de oportunidades

Outros tem receio de saber onde procurar e encontrar novas oportunidades de trabalho como freelancer.

 

#3 Estar longe de grandes centros

Morar no interior é um dos grandes monstros da imaginação de quem pensa em se tornar freelancer. Indo nesse ideia, alguns permitem que a localização seja uma limitação, em vez de um ponto a favor.

 

#4 Falta de capacitação profissional

O pensamento seria mais ou menos assim: “Alguns projetos podem pedir habilidades que não estão dentro do que já sei fazer.”

 

#5 Ausência de um bom portfólio

O costume de trabalhar com currículos pode paralisar quem percebe que precisa de um portfólio virtual.

 

#6 Sentimentos de impotência profissional

Por mais treinados que alguns estejam, um dos monstros que aterrorizam é a ideia de incapacidade diante de novos projetos.

 

#7 O peixe fora d’água

Quando se está há anos trabalhando como profissional, ser freelancer pode passar a ideia negativa de deslocamento. Você pode pensar: “Eu nunca fiz isso!” ou “Eu nunca trabalhei assim!”

Esse “nunca” te coloca na posição de “peixe fora d’água” só de pensar numa nova rotina de trabalho. Infelizmente, o Dia do Freelancer acaba exercendo um efeito contrário na mente de muitos que alimentam esse “nunca”. Libertar-se de alguns conceitos pre-definidos exige uma grande quantidade de esforço.

Para quem já está travado por uma imaginação fértil, a ideia de esforço pode colocá-la ainda mais na sensação de ser um peixe fora d’água. O ciclo se repete na mente e acaba tristemente se fortalecendo! 🙁

 

#8 Interação com o cliente

Ser seu próprio chefe exige melhorias na comunicação com o cliente. Um funcionário não necessariamente precisaria fazer isso. É esse o seu caso? Se for, aprender uma nova habilidade pode arrastá-lo de novo para a zona de conforto!

 

#9 Como fechar o primeiro job?

Todo começo é difícil. Essa dificuldade implícita faz com que alguns se encolham dentro da lei do menor esforço. Pessoas que pensam assim tendem a crer que só o que é fácil dá certo. Esse é um dos maiores monstros de quem cogita, mas não se torna freelancer.

O Dia do Freelancer foi criado justamente para aquecer a ideia de apenas começar, dar o primeiro passo. É fato que depois do primeiro job, pode-se chamar os próximos de segundo, terceiro e assim por diante.

Você também pensa que ser freelancer precisa ser fácil desde o começo? Se pensa, é possível que este monstro já esteja te segurando no colo e “nanando” você! 🙁

 

#10 E o preço do job?

Ser funcionário envolve mais a execução de um serviço ou a elaboração de um produto. Além disso, é preciso estabelecer valores. Precificar é um dos monstros de quem pensa em ser freela!

Afinal de contas, agora, em vez de receber, quem pensa em começar como freelancer, vai cobrar! Esse desconforto não é um monstro muito feio. Mas é bastante inconveniente na mente de quem avalia se dá ou não o primeiro passo!

 

O Dia do Freelancer traz muitas reflexões!

O Dia do Freelancer, 21 de setembro, pode trazer muitas reflexões, tanto para quem já é freela como para quem pensa em ser. Conseguiu se identificar com alguns dos medos citados acima? Um desses monstros está te aterrorizando?

O que você acha de começar a pensar na sua situação atual? Se já trabalha como freelancer, pense um pouco em como lidar com estes receios. Afugente os seus monstros o quanto antes!

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Se não trabalha nessa atividade, aproveite o Dia do Freelancer para pensar nisso. Permita-se avaliar se ser freelancer seria uma boa oportunidade no seu caso.

Logo abaixo, você pode conferir um vídeo sobre os benefícios e desafios de ser freelancer. O título dele é: “Ser freelancer ou não?” A abordagem do Lucas Coutinho é bem equilibrada, e foi publicada no Canal do Design Culture no Youtube. Confira:

 

 

Se desejar saber mais detalhes sobre o que me ajudou a começar a ser freelancer na internet, leia um post relacionado CLICANDO AQUI.

 

Muitos estão tentando e conseguindo. O Jornal Dia Dia publicou uma matéria citando exemplos de freelancers que conseguiram independência financeira. É uma boa dica de leitura para quem tá pensando no que fazer! Aproveite a ideia por trás do Dia do Freelancer e aprofunde seus conhecimentos sobre essa promissora área de trabalho!

 

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